INFORMAÇÕES IMPORTANTES E CURIOSIDADES
sobre os peixes que você e sua família vão
consumir.
O peixe nasce sem sexo, define-o ao consumir seus primeiros
alimentos que, sabiamente, a natureza impregnou com os fatores indutores da sexualidade.
Nesse ponto, o homem desenvolveu a tecnologia da reversão sexual,
faz o peixe nascer num ambiente onde só existem alimentos impregnados com os
fatores do sexo masculino. Dessa maneira, é possível se obter até
100% de indivíduos machos, que oferecem maior quantidade de carne,
em menor tempo de cativeiro.
Antes de serem abatidos, sob os mais rigorosos
procedimentos de saúde e higiene, os pescados
peixenarede.com.br passam pelo chamado processo de
depuração .
Ficam por 24 horas num tanque especial com água limpa e corrente,
sem nenhuma alimentação. Isso faz com que eles esvaziem
completamente o aparelho digestivo, liberando uma série de toxinas que
comprometem a qualidade da carne.
O processo de depuração
faz os peixes perderem cerca de 10% do peso com que são retirados dos tanques.
Para nós da peixenarede.com.br,
isto não significa prejuízo, pelo contrário,
a qualidade dos nossos produtos e a satisfação dos
nossos clientes são um lucro impossível de quantificar.
Na hora do abate, os pescados
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são submetidos a um choque térmico em água próxima de zero grau.
Isso faz com que o sangue do peixe se concentre quase todo na região
de sua cabeça. Efetuada a degola, ocorre uma sangria quase total,
tornando a carne do filé praticamente isenta da presença de sangue.
As tilápias são abatidas com peso
que varia entre 550 a 600 gramas. É o momento em que proporcionam a melhor
relação custo/benefício para o piscicultor.
Resultam, de cada uma delas, dois filés com, aproximadamente,
100 gramas cada um, o suficiente para a refeição de um adulto.
Os peixes criados em cativeiro se alimentam de
rações especialmente fabricadas para eles.
Rações que têm como base a soja e o milho. A esta
ração são acrescentados elementos como farinha de peixe
(rica em proteínas), farelo de trigo, vitaminas A, B1, B2, B6, C, D, E,
cálcio, sódio, ferro, cobre, zinco e outros nutrientes.
Não são usados hormônios e antibióticos nas
fórmulas das rações para peixe.
No Planalto Central, são raros os casos de doenças
nos criatórios de peixe. Quando isso acontece, na maioria das vezes,
as doenças são tratadas com a adição,
à água, de sal ou formol, elementos naturais que combatem,
com eficácia, fungos, bactérias e outros parasitas que podem
comprometer a criação dos peixes, principalmente dos alevinos.
Antibióticos nunca são usados.
Os peixes criados em cativeiro são
tratados quase como crianças. Têm hora certa e tipos
específicos de alimentação.
Recebem comida quatro ou cinco vezes por dia, das primeiras horas da
manhã até as 10 horas da noite.
Os mais jovens consomem rações que têm até
42% de proteína animal. Os adultos, na fase de engorda,
consomem rações com 28% de proteína.
Os tanques para criação
de peixe têm, em média, 1,5 metro de profundidade.
São tanques em terra batida onde se concentram, na maioria das vezes,
cinco indivíduos por metro cúbico de água.
Isso por causa da concentração de oxigênio dissolvido na água.
Processos artificiais de aeração permitem a criação de
maior número de indivíduos por metro cúbico.
Para alcançar o peso comercialmente interessante,
o peixe de cativeiro tem de apresentar uma boa taxa de conversão alimentar,
isto é, procura-se produzir um quilo de carne de peixe,
no caso das tilápias, com a utilização de até
1,8 quilo de ração.
No cativeiro, o peixe come, diariamente,
cerca de dois a três por cento do seu peso. Alimentado assim,
ele engorda na mesma proporção: dois a três por cento do seu peso,
diariamente. Hoje o produtor consegue fazer uma tilápia com 550 a 600 gramas,
pronta para o abate, num espaço de 140 a 150 dias.
Para obter um quilo de filé
de tilápia, o produtor precisa de, praticamente, três quilos de peixe vivo.
O rendimento de uma boa tilápia chega a 33% de filé,
considerado o peso total do peixe.
Do peixe tudo se aproveita.
Extraído o filé, o couro da tilápia é muito
requisitado para a fabricação de bolsas, cintos, carteiras e sapatos.
O restante é utilizado na fabricação de farinha de peixe,
que acaba como componente das rações que vão alimentar outros peixes.
Dos restos de peixe também é extraído o óleo,
muito utilizado na indústria de cosméticos.
Os produtores, especializados na engorda
de tilápias, obtêm os filhotes de peixe – alevinos – de produtores
especializados. Muitos alevinos já são produzidos no planalto central,
mas grande parte ainda é importada do Paraná e do nordeste.
Chegam a Brasília, em avião, embalados em sacos plásticos
aonde é adicionada certa quantidade de oxigênio.
Os melhores laboratórios brasileiros
para a produção de alevinos de tilápia importam suas
matrizes da Tailândia. Essa prática está permitindo à
piscicultura brasileira estabelecer uma base genética pura, que, certamente,
resultará na produção de alevinos que irão proporcionar a
obtenção de um filé de melhor qualidade.
Uma tilápia fêmea está
apta a reproduzir com 90 dias de idade. A partir daí, a cada 90 dias,
realiza a postura de cerca de 30 mil ovos, os quais protege guardando-os na
própria boca. Após a eclosão dos ovos, as larvas da
tilápia permanecem protegidas na boca da mãe até
alcançarem a idade que permita a elas uma vida independente.
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