Peixe na Rede
Quarta-Feira, 10 de Março de 2010

Peixe na Rede - Curiosidades

INFORMAÇÕES IMPORTANTES E CURIOSIDADES

sobre os peixes que você e sua família vão consumir.

•  O peixe nasce sem sexo, define-o ao consumir seus primeiros alimentos que, sabiamente, a natureza impregnou com os fatores indutores da sexualidade. Nesse ponto, o homem desenvolveu a tecnologia da reversão sexual, faz o peixe nascer num ambiente onde só existem alimentos impregnados com os fatores do sexo masculino. Dessa maneira, é possível se obter até 100% de indivíduos machos, que oferecem maior quantidade de carne, em menor tempo de cativeiro.

•  Antes de serem abatidos, sob os mais rigorosos procedimentos de saúde e higiene, os pescados peixenarede.com.br passam pelo chamado processo de depuração . Ficam por 24 horas num tanque especial com água limpa e corrente, sem nenhuma alimentação. Isso faz com que eles esvaziem completamente o aparelho digestivo, liberando uma série de toxinas que comprometem a qualidade da carne.

•  O processo de depuração faz os peixes perderem cerca de 10% do peso com que são retirados dos tanques. Para nós da peixenarede.com.br, isto não significa prejuízo, pelo contrário, a qualidade dos nossos produtos e a satisfação dos nossos clientes são um lucro impossível de quantificar.

•  Na hora do abate, os pescados peixenarede.com.br são submetidos a um choque térmico em água próxima de zero grau. Isso faz com que o sangue do peixe se concentre quase todo na região de sua cabeça. Efetuada a degola, ocorre uma sangria quase total, tornando a carne do filé praticamente isenta da presença de sangue.

•  As tilápias são abatidas com peso que varia entre 550 a 600 gramas. É o momento em que proporcionam a melhor relação custo/benefício para o piscicultor. Resultam, de cada uma delas, dois filés com, aproximadamente, 100 gramas cada um, o suficiente para a refeição de um adulto.

•  Os peixes criados em cativeiro se alimentam de rações especialmente fabricadas para eles. Rações que têm como base a soja e o milho. A esta ração são acrescentados elementos como farinha de peixe (rica em proteínas), farelo de trigo, vitaminas A, B1, B2, B6, C, D, E, cálcio, sódio, ferro, cobre, zinco e outros nutrientes. Não são usados hormônios e antibióticos nas fórmulas das rações para peixe.

•  No Planalto Central, são raros os casos de doenças nos criatórios de peixe. Quando isso acontece, na maioria das vezes, as doenças são tratadas com a adição, à água, de sal ou formol, elementos naturais que combatem, com eficácia, fungos, bactérias e outros parasitas que podem comprometer a criação dos peixes, principalmente dos alevinos. Antibióticos nunca são usados.

•  Os peixes criados em cativeiro são tratados quase como crianças. Têm hora certa e tipos específicos de alimentação. Recebem comida quatro ou cinco vezes por dia, das primeiras horas da manhã até as 10 horas da noite. Os mais jovens consomem rações que têm até 42% de proteína animal. Os adultos, na fase de engorda, consomem rações com 28% de proteína.

•  Os tanques para criação de peixe têm, em média, 1,5 metro de profundidade. São tanques em terra batida onde se concentram, na maioria das vezes, cinco indivíduos por metro cúbico de água. Isso por causa da concentração de oxigênio dissolvido na água. Processos artificiais de aeração permitem a criação de maior número de indivíduos por metro cúbico.

•  Para alcançar o peso comercialmente interessante, o peixe de cativeiro tem de apresentar uma boa taxa de conversão alimentar, isto é, procura-se produzir um quilo de carne de peixe, no caso das tilápias, com a utilização de até 1,8 quilo de ração.

•  No cativeiro, o peixe come, diariamente, cerca de dois a três por cento do seu peso. Alimentado assim, ele engorda na mesma proporção: dois a três por cento do seu peso, diariamente. Hoje o produtor consegue fazer uma tilápia com 550 a 600 gramas, pronta para o abate, num espaço de 140 a 150 dias.

•  Para obter um quilo de filé de tilápia, o produtor precisa de, praticamente, três quilos de peixe vivo. O rendimento de uma boa tilápia chega a 33% de filé, considerado o peso total do peixe.

•  Do peixe tudo se aproveita. Extraído o filé, o couro da tilápia é muito requisitado para a fabricação de bolsas, cintos, carteiras e sapatos. O restante é utilizado na fabricação de farinha de peixe, que acaba como componente das rações que vão alimentar outros peixes. Dos restos de peixe também é extraído o óleo, muito utilizado na indústria de cosméticos.

•  Os produtores, especializados na engorda de tilápias, obtêm os filhotes de peixe – alevinos – de produtores especializados. Muitos alevinos já são produzidos no planalto central, mas grande parte ainda é importada do Paraná e do nordeste. Chegam a Brasília, em avião, embalados em sacos plásticos aonde é adicionada certa quantidade de oxigênio.

•  Os melhores laboratórios brasileiros para a produção de alevinos de tilápia importam suas matrizes da Tailândia. Essa prática está permitindo à piscicultura brasileira estabelecer uma base genética pura, que, certamente, resultará na produção de alevinos que irão proporcionar a obtenção de um filé de melhor qualidade.

Uma tilápia fêmea está apta a reproduzir com 90 dias de idade. A partir daí, a cada 90 dias, realiza a postura de cerca de 30 mil ovos, os quais protege guardando-os na própria boca. Após a eclosão dos ovos, as larvas da tilápia permanecem protegidas na boca da mãe até alcançarem a idade que permita a elas uma vida independente.
 

[SCLN 309 Bl. B Loja 36 - 61-33406937 - gerencia@peixenarede.com.br]